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Risco da Presença de Toxinas de Fusarium no Milho da América Latina – Predição de Micotoxinas Semana 48

A época de cultivo do milho na América Latina está em pleno vapor, mas ainda faltam algumas semanas para a fase de formação da seda – que representa o ponto crítico para a infecção por fungos patogênicos. A primeira estimativa dos riscos futuros prevê um alto risco da presença de fumonisinas, especialmente nas regiões em crescimento do Sul do Brasil e também na Argentina.

Acompanhe nossas predições sobre os níveis de contaminação por micotoxinas na safra atual de milho.

O plantio da safra principal de milho na América do Sul começou em outubro e se estendeu até o outono no Sul do Brasil e Argentina, enquanto o plantio das lavouras no Nordeste do Brasil ocorreu muito mais tarde. As lavouras semeadas atingirão a fase de formação da seda entre o final de janeiro e março, e as lavouras mais ao Sul geralmente são as primeiras a atingir a fase de floração.

O clima úmido e a alta umidade são fatores críticos para a infecção por fungos produtores de toxinas durante a fase de floração e continuam sendo críticos para o acúmulo de micotoxinas na cultura. Como ainda faltam algumas semanas para a formação da seda, essas predições se baseiam em previsões meteorológicas a longo prazo. À medida que a época de cultivo continua, as previsões meteorológicas e de micotoxinas serão ainda mais precisas.

Analisando as precipitações semanais registradas no final da época de semeadura, podemos ver que muitas regiões em todo o continente acumularam pouca ou nenhuma chuva nas primeiras duas semanas de novembro. Nesse período, foram registrados até 6 dias de chuvas de pelo menos duas horas no interior da Argentina, enquanto os Estados do Sul do Brasil estavam praticamente secos, com algumas exceções. Mais chuvas (aproximadamente 5 a 8 dias) foram registradas nos Estados do Sudeste.

O final de novembro marcou o retorno das chuvas ao Sul do Brasil, com 3 a 5 dias de chuva atingindo desde o Norte do Uruguai até Minas Gerais, porém foram registrados apenas um máximo de dois dias de chuva na Bahia e nos Estados ao Norte.

Previsões meteorológicas e de micotoxinas

A previsão para a primeira metade de dezembro mostra uma intensificação das chuvas em grande parte do continente. Chuvas constantes estão previstas para o Nordeste e Sudeste do Brasil, em menores volumes (mas ainda significativos) na região Sul. As únicas regiões que não seguem a tendência geral são o Rio Grande do Sul e o Uruguai, que permanecem mais secos.

Com base em uma previsão meteorológica ainda distante, a possibilidade de que as safras contenham mais de 2 ppb de aflatoxinas se dá de acordo com as condições climáticas estimadas nas regiões indicadas. O maior risco (51%) é estimado para os Estados do Nordeste do Brasil.

Altas concentrações de fumonisinas são esperadas em regiões com alta umidade e temperaturas elevadas. Portanto, espera-se um risco alto (80% ou mais) na maioria das regiões em crescimento.

Níveis crescentes de deoxinivalenol também coincidem com altos níveis de umidade, porém requerem temperaturas mais moderadas. No momento, o risco estimado de colheitas com níveis superiores a 150 ppb é mais alto (59%) na Argentina e Uruguai.

Assim como o deoxinivalenol, a zearalenona é produzida predominantemente em condições mais frias. Com base na previsão meteorológica atual, a estimativa de risco prevê níveis de zearalenona superiores a 50 ppb em 20% das regiões, porém em alguns Estados do Sul do Brasil e províncias argentinas o porcentual médio pode atingir 50% ou mais.

LATAM: Dias com eventos de chuva entre 16 e 30 de novembro
LATAM: Dias com eventos de chuva entre 16 e 30 de novembro
Risco acima do limiar

Afla 
(2 ppb)

FUM 
(500 ppb)

DON 
(150 ppb)

ZEN 
(50 ppb)

Nordeste do Brasil

51%

60%

32%

10%

Sudeste do Brasil

46%

73%

55%

18%

 

Sul do Brasil

17%

79%

42%

14%

Argentina/Uruguai

9%

80%

59%

19%

Afla – Aflatoxinas, FUM – Fumonisinas, DON – Deoxinivalenol, ZEN – Zearalenona

Como as predições de micotoxinas se baseiam em métodos estatísticos, a BIOMIN não oferece nenhuma garantia em relação ao conteúdo ou assume qualquer responsabilidade relacionada às predições ou suas possíveis consequências

Como funciona a predição?

Os modelos de predição de micotoxinas oferecem uma previsão dos níveis esperados de micotoxinas na próxima safra. Com o objetivo de proporcionar predições mais precisas, deve-se considerar as condições climáticas durante várias fases de crescimento, além de entender como essas condições afetam o desenvolvimento das micotoxinas na cultura.

conheça mais sobre a Ferramenta de Predição de Micotoxinas da BIOMIN

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