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Um bom manejo e nutrição: pré-requisitos para o sucesso da produção suína, principalmente em tempos difíceis.

Suprir as necessidades dos suínos e protegê-los de doenças através da manejo e da nutrição são fundamentais para se atingir o máximo potencial genético desses animais, preservando o seu bem estar e diminuindo os custos

A palavra-chave na saúde dos suínos é “prevenção” através da higiene e da vacinação, entre outros. As ações de prevenção são investimentos menores, quando comparados com os elevados custos de remediação de doenças específicas. As defesas do organismo são sistemas complexos que têm de ser apoiados através da vacinação. Estas defesas também devem ser blindadas das micotoxinas que as enfraquecem. Por sua vez, a nutrição certa favorece o estabelecimento de um intestino saudável.

Setenta por cento dos anticorpos em circulação têm origem no intestino. Diversos agentes patogênicos têm capacidade para diminuir a imunidade através de ação direta e indireta nesse orgão. Alguns antibióticos e a maioria das micotoxinas diminuem a imunidade e provocam doenças sub-clínicas que resultam sempre em perdas de desempenho silenciosas mas relevantes.

Uma consequência bem conhecida da imunossupressão por micotoxinas é a ativação de processos inflamatórios crônicos. Esses foram documentadas para o Erysipelotrix rhusiopathiae (erisipela), salmonelose, colibacilose, estreptococose, disenteria suína e campilobacteriose, causados pela subregulação da resposta da vacina. Um intestino saudável diminui a estimulação imunitária de ordem inflamatória desnecessária, evitando assim qualquer desperdício de energia e proteínas para esse propósito, aumentando em simultâneo a aptidão do animal para enfrentar desafios reais e específicos de doenças. Um aumento da permeabilidade do intestino é também consequência de algumas micotoxinas que provocam uma fragilização da proteção da parede do órgão, facilitando o ingresso de toxinas e bactérias.

O aparelho digestivo dos leitões amadurece lentamente. Primeiro, é sujeito a um aumento do pH do estômago antes da microflora do intestino ser estabelecida e das enzimas digestivas serem produzidas.

A acidificação ajuda a faciliar a colonização precoce dos intestinos dos leitões com cepas bacterianas “úteis” que proporcionam o combate às bactérias patogênicas. Desse modo o leitão tem tempo para desenvolver um forte sistema imune para se defender contra desafios bacterianos e processar os nutrientes com eficiência.

Desenvolver um sistema imune competente e eficaz é fundamental para a saúde do intestino. A utilização de agentes bacterianos probióticos melhora a saúde intestinal, com efeitos benéficos para a microflora intestinal desejável, consumo de ração e conversão alimentar. Por outro lado os fitogênicos também conseguem melhorar a reação antioxidante das células do intestino e diminuir os processos de inflamação locais.