Resultados da Pesquisa Mundial de Micotoxinas BIOMIN – Primeiro Semestre

Destaques

  • A co-contaminação continua sendo um assunto atual. 75% de todas as amostras (analisadas para pelo menos duas micotoxinas) continham mais de uma micotoxina.
  • O sul e o sudeste da Ásia permanecem em risco extremo. No sul da Ásia, isso se deve principalmente à abundância muito alta de aflatoxinas (Afla) (91%), com uma contaminação média de 19 ppb. Além disso, as fumonisinas (FUM) e a ocratoxina A (OTA) são muito abundantes. O Sudeste Asiático também é afetado pela Afla (60%, média de 47 ppb), FUM e adicionalmente zearalenona (ZEA).
  • O risco para a China aumentou ao extremo. Afla é uma ameaça potencial, embora FUM e DON sejam as micotoxinas mais prevalentes.
  • O risco ainda é extremo na América Central. FUM e desoxinivalenol (DON) são as micotoxinas mais frequentemente encontradas.
  • Na América do Norte, o DON continua sendo a micotoxina mais prevalente (83%, contaminação média 1397 ppb). Além disso, o ZEN é muito prevalente, com uma média de 452 ppb.
  • A América do Sul mostra uma alta abundância de FUM, mas também DON e está em risco grave (74% e 64%, respectivamente).
  • A Europa corre um sério risco de contaminação por micotoxinas. DON e ZEA são os mais prevalentes (64% e 62%, respectivamente). No trigo, o DON é a principal ameaça, com uma concentração média de 574 ppb.
  • Na África, Afla e DON apresentam uma ameaça em relação à contaminação média (10 ppb, 494 ppb, respectivamente). Nesta região, observamos uma alta co-contaminação: 90% das amostras contêm mais de uma micotoxina.